Do filme Instinto, com Anthony Hopkins e Cuba Gooding Jr.
Um outro filme que eu queria pegar o trecho é o Gremlins. No final, quando o velhinho diz: “Vocês não estão prontos para lidar com os mistérios da natureza.
Janos, este video deveria lhe ter dado as resposta que estava me perguntando.
Será que a humanidade, pegadora e largadora, está disposta a abrir mão do domínio no qual estão cativos?
Será que estão dispostos a investigarem a condição humana em si mesmo ou preferem continuar achando que Deus (ou os deuses) estão do seu lado?
Será que a solução está na causa e não nos efeitos?
Enquanto a causa não for vista e reconhecida como sendo a Condição Humana que pegadores e largadores compartilham entre si, tudo que conseguirão gerar é mais destruição e sofrimento a longo prazo.
E assim caminha a humanidade.
Sim, eu estou disposto a abrir mão do domínio a que estou cativo. Sim, eu estou disposto a investigar a condição humana em mim mesmo. Sim, a solução está em eliminar a causa. Sim, eu refleti muito sobre o argumento da condição humana. Não, não creio que a condição humana seja a causa e nos mantenha cativos, isso não faz sentido nenhum. Esta é apenas a repetição do argumento: a humanidade é assim, sempre, sempre será, o problema está na humanidade e não no que inventamos…
Eu cansei de criticar essa idéia, mas a questão pode ser colocada assim: ninguém jamais mostrou que a é a própria condição humana que causa nossos problemas. Isto é uma crença, baseada numa apreensão equivocada do que seja condição humana, qual sua origem o qual sua influência no comportamento humano.
Entendo que baseie sua recusa em ver a condição humana como causa de dor e sofrimento porque antes do advento dos primeiros impérios que deram início a esta civilização é dito que o homem vivia em harmonia com o meio, em pequenos agrupamentos espalhados demograficamente por extensas áreas do planeta.
Isso seria ótimo e verdadeiro se os seres humanos fossem animais irracionais, incapazes de refletir sobre a própria morte e de fazerem arte e buscar prazer, conforto e segurança sem depender do que o meio ambiente lhes fornece de abrigo natural e alimento disponível.
E somente hoje, com o método do atuantismo, é possível se libertar da condição humana composta por agressão, medo, caridade e desejo. Os resultados são certos: paz, felicidade, harmonia, será inofensivo em seus relacionamentos e com o meio ambiente ao seu redor, sensato, inteligente, perfeito como o universo do qual somos parte inseparável.
Para saber mais acesse: http://www.actualfreedom.com.au (em inglês)
Que bom que você entendeu alguma coisa. Veja se entenda isso: O homem não vivia “harmoniosamente”, ele tinha um modo de vida sustentável e estabilidade populacional, como todo animal bem adaptado ao meio. Se nega que isso seja verdade, apresente evidências.
Eu também entendo que sua insistência em se livrar da CH é que você acredita que o homem é algo absolutamente distinto dos outros animais, pela sua “racionalidade”, e que ele não está em continuidade com o resto da natureza. Bem, resta você dizer que tipo de coisa poderia tornar uma espécie distinta de todas as outras e descontínua com a natureza… Só se fosse algo que está “além” da natureza… No seu conceito de homem você já demonstra a profunda crença nos fundamentos civilizados, e a crença no sobre-natural.
Não costumo fazer a lição de casa dos outros ou perdendo tempo em corrigir o que está na imaginação fértil das pessoas, mas posso ajudar no que estiver ao meu alcance contribuindo com algumas dicas.
Lembrando que meu conhecimento é puramente “enciclopédico”.
Por isso, o website abaixo é, no mínimo, esclarecedor o suficiente para desmistificar aquela pregação non-sense do sr. Quinn, vulgo “B”, de que o ser humano é o mesmo desde milhões de anos…
Dividir a humanidade em dois campos, de um lado os Pegadores e do outro os Largadores, não é exatamente científico também. Nem útil.
Sobre o modo de vida ser “sustentável” independente da evolução que ocorre ininterruptamente e costuma dar uns saltos bruscos, isto nos remete àquela minha pergunta constante no link abaixo:
Paradoxal, seletivo e contraditório…
Se insiste em afirmar que o Sr. Quinn não é seu modelo de inspiração, só nos restam os pixels e as imagens dos diversos websites e blogs para provar o contrário.
Você divide a humanidade sempre que se posiciona a favor ou contra alguma manifestação cultural. A partir desta divisão a violência, a malícia, a amargura e toda a sorte de ações propostas como “solução” são legitimadas. A História está repleta destes movimentos separatistas e da dor e sofrimento que perpetuaram.
Se criar outro rótulo mais sutil para “pegadores” e “largadores”, a divisão permanece a mesma e continuará ainda a perder o ponto principal.
“O fato de que algumas idéias do Quinn me inspiraram não quer dizer que eu concordo com todas elas.”
O que você alega seria como afirmar: “o fato de que algumas idéias em “Mein Kampf” (ou Ismael, os História de B, ou Meu Ismael, ou Além da Civilização, etc) me inspirarem não quer dizer que eu concordo com todas elas ou com o sr. Hitler (ou com o sr. Quinn).”
Sobre incoerência:
“Incoerente, adj. 2 gén. que não é coerente; desconexo; ilógico; disparatado; inconsequente; discrepante (De in-+coerente).”
Coerência é o oposto:
“Coerência é qualidade, estado ou atitude de coerente. Ligação ou harmonia entre situações, acontecimento ou idéias.”
A coerência leva à coesão, união íntima das partes de um todo.
Sendo assim não preciso buscar em autores materialistas e espiritualistas nenhuma “inspiração” para complementar um método que é puramente experiencial.
Já a maioria dos seguidores do sr. Quinn buscam tapar os buracos da sua teoria com outros autores mais ou menos informados ou correlatos com “a causa” que abraçaram e estão dispostos a defender com unhas e dentes.
Isto é seletivo (no sentido de exclusão tendenciosa), paradoxal (no sentido de se auto-enganar e se auto-decepcionar neste processo contraditório) e incoerente.
Juntando as três (seleção, contradição e incoerência) teremos um perfeito “fundamentalista”.
Falar sobre diferenças culturais é muito diferente de falar de diferenças humanas. Diferente de você, não estou fazendo julgamentos de valor culturais (como a idéia de que todo mundo deveria ser feliz e inofensivo) à própria humanidade. Tudo que podemos julgar é o que fazemos culturalmente, mas obtém um ou outro comportamento natural por mera determinação de sua condição humana. Um bebê de pais civilizados que cresce em uma tribo será um tribal, um bebê que cresce na civilização será civilizado. Isso é cultura, e tudo que você muda com seu método é o comportamento cultural das pessoas.
Quer dizer que porque sou vegetariano como o Sr. Hitler, ou sou nazista ou sou incoerente e inconsistente?
Isto significaria que só existe um único caminho lógico para se chegar a determinada conclusão?
Eu vou guardar o seu belíssimo argumento para um ótimo exemplo na aula de lógica e de interpretação de texto…
Enfim, basta dizer que é impossível argumentar com você, você é irrefutável, Luciano.
Eu aconselho você a largar um pouco o dicionário, que contém apenas o uso comum das palavras, e entender o significado dos termos em seu contexto, e para isso não basta ter conhecimento enciclopédico, é preciso estudar.
Não é questão de ser “irrefutável” (evidente; irrefragável; incontestável).
Sou um mero ser humano como outro qualquer desta comunidade com mais de 6 bilhões de outros seres humanos (estimativa aproximada que não exige anos de faculdade para descobrir ou estudo muito aprofundado).
E sobre ser vegetariano, você continua incoerente no seu argumento.
Se você admite que pode estar errado é um primeiro passo.
Se não tem argumentos, apenas acusações, você continua irrefutável, só posso refutar argumentos válidos.
Acho que você quis dizer que sou incoerente com o sistema em que você quer me encaixar. Certamente sou, não poderia deixar de ser incoerente com você, a não ser que pensasse exatamente como você.
Sim, um primeiro passo meu companheiro. É justamente o que precisa. Um simples teste, bastando um pouco de sinceridade neste processo. A experiência irá lhe ditar os passos seguintes depois disso.
Para mim o Sr. Quinn e companhia foi uma fase que ficou para trás e gostaria de ajudar meus companheiros(as) indicando-lhes uma terceira alternativa, viável, sensata e pela primeira vez na história humana, possível de solucionar o dilema da civilização que escraviza a humanidade.
E você continua sem argumentos na sua crítica à civilização; apenas acusar não adianta sem ir na fonte, na raiz, no núcleo do…
Bem, vou parar por aqui senão respondo àquela pergunta que lhe fiz e ainda continuo sem resposta:
“Em qual momento ao longo da sua evolução o ser humano conseguiu se auto-sustentar e permanecer consolidado no topo da cadeia alimentar?”
“Em qual momento ao longo da sua evolução o ser humano conseguiu se auto-sustentar e permanecer consolidado no topo da cadeia alimentar?”
- isso é uma defesa da civilização?
- quando tu fala em ser humano tu parte da premissa que todos seres humanos estão consolidados no topo da cadeia alimentar? o que significa estar no topo? isso é bom ou ruim?
- diversos agrupamentos humanos optaram por não seguir esse caminho e, queira ou não, estão aí até hoje e com as mesmas estruturas cerebrais (se quiser adotar esse conceito cientificista) que eu, você e o janos, mas com sistemas de ordem simbólica completamente diferente e que influi completamente no cotidiano de suas vidas.
Rev. Peterson Cekemp disse
Outro bom vídeo. É de algum filme? Aquele não é o Cuba Gooding Jr.?
janosbiro disse
Do filme Instinto, com Anthony Hopkins e Cuba Gooding Jr.
Um outro filme que eu queria pegar o trecho é o Gremlins. No final, quando o velhinho diz: “Vocês não estão prontos para lidar com os mistérios da natureza.
Luciano Imoto disse
Janos, este video deveria lhe ter dado as resposta que estava me perguntando.
Será que a humanidade, pegadora e largadora, está disposta a abrir mão do domínio no qual estão cativos?
Será que estão dispostos a investigarem a condição humana em si mesmo ou preferem continuar achando que Deus (ou os deuses) estão do seu lado?
Será que a solução está na causa e não nos efeitos?
Enquanto a causa não for vista e reconhecida como sendo a Condição Humana que pegadores e largadores compartilham entre si, tudo que conseguirão gerar é mais destruição e sofrimento a longo prazo.
E assim caminha a humanidade.
Janos disse
Sim, eu estou disposto a abrir mão do domínio a que estou cativo. Sim, eu estou disposto a investigar a condição humana em mim mesmo. Sim, a solução está em eliminar a causa. Sim, eu refleti muito sobre o argumento da condição humana. Não, não creio que a condição humana seja a causa e nos mantenha cativos, isso não faz sentido nenhum. Esta é apenas a repetição do argumento: a humanidade é assim, sempre, sempre será, o problema está na humanidade e não no que inventamos…
Eu cansei de criticar essa idéia, mas a questão pode ser colocada assim: ninguém jamais mostrou que a é a própria condição humana que causa nossos problemas. Isto é uma crença, baseada numa apreensão equivocada do que seja condição humana, qual sua origem o qual sua influência no comportamento humano.
Luciano Imoto disse
Entendo que baseie sua recusa em ver a condição humana como causa de dor e sofrimento porque antes do advento dos primeiros impérios que deram início a esta civilização é dito que o homem vivia em harmonia com o meio, em pequenos agrupamentos espalhados demograficamente por extensas áreas do planeta.
Isso seria ótimo e verdadeiro se os seres humanos fossem animais irracionais, incapazes de refletir sobre a própria morte e de fazerem arte e buscar prazer, conforto e segurança sem depender do que o meio ambiente lhes fornece de abrigo natural e alimento disponível.
E somente hoje, com o método do atuantismo, é possível se libertar da condição humana composta por agressão, medo, caridade e desejo. Os resultados são certos: paz, felicidade, harmonia, será inofensivo em seus relacionamentos e com o meio ambiente ao seu redor, sensato, inteligente, perfeito como o universo do qual somos parte inseparável.
Para saber mais acesse:
http://www.actualfreedom.com.au (em inglês)
Janos disse
Que bom que você entendeu alguma coisa. Veja se entenda isso: O homem não vivia “harmoniosamente”, ele tinha um modo de vida sustentável e estabilidade populacional, como todo animal bem adaptado ao meio. Se nega que isso seja verdade, apresente evidências.
Eu também entendo que sua insistência em se livrar da CH é que você acredita que o homem é algo absolutamente distinto dos outros animais, pela sua “racionalidade”, e que ele não está em continuidade com o resto da natureza. Bem, resta você dizer que tipo de coisa poderia tornar uma espécie distinta de todas as outras e descontínua com a natureza… Só se fosse algo que está “além” da natureza… No seu conceito de homem você já demonstra a profunda crença nos fundamentos civilizados, e a crença no sobre-natural.
Luciano Imoto disse
Não costumo fazer a lição de casa dos outros ou perdendo tempo em corrigir o que está na imaginação fértil das pessoas, mas posso ajudar no que estiver ao meu alcance contribuindo com algumas dicas.
Lembrando que meu conhecimento é puramente “enciclopédico”.
Por isso, o website abaixo é, no mínimo, esclarecedor o suficiente para desmistificar aquela pregação non-sense do sr. Quinn, vulgo “B”, de que o ser humano é o mesmo desde milhões de anos…
http://www.culture.gouv.fr/culture/arcnat/en/index.html
Como escrevi anteriormente, seria ótimo… se fosse verdade.
Janos disse
Bem, é difícil desmistificar algo que ele não disse (que o homem é o mesmo) com um site “mainstream” de arqueologia, que não é exatamente científico.
O que ele disse é sobre o modo de vida ser sustentável. O fato de que sobrevivemos é a prova. Se isso é otimismo demais para você…
Luciano Imoto disse
Dividir a humanidade em dois campos, de um lado os Pegadores e do outro os Largadores, não é exatamente científico também. Nem útil.
Sobre o modo de vida ser “sustentável” independente da evolução que ocorre ininterruptamente e costuma dar uns saltos bruscos, isto nos remete àquela minha pergunta constante no link abaixo:
http://antizero.wikispaces.com/message/list/home
Só para lembrar:
“Em qual momento ao longo da sua evolução o ser humano conseguiu se auto-sustentar e permanecer consolidado no topo da cadeia alimentar?”
Janos disse
“Dividir a humanidade em dois campos, de um lado os Pegadores e do outro os Largadores, não é exatamente científico também. Nem útil.”
Eu concordo plenamente. Eu não faço isso.
Vou responder sua pergunta lá assim que tiver tempo.
Luciano Imoto disse
Concorda plenamente e não faz isso?
Paradoxal, seletivo e contraditório…
Se insiste em afirmar que o Sr. Quinn não é seu modelo de inspiração, só nos restam os pixels e as imagens dos diversos websites e blogs para provar o contrário.
Mas tudo bem, entendo o que causa a incoerência.
Janos disse
Onde foi que eu dividi a humanidade em pegadores e largadores?
O fato de que algumas idéias do Quinn me inspiraram não quer dizer que eu concordo com todas elas.
Mas você não entendeu isso e ainda chama de incoerência? Coerência seria fazer com Quinn o que você faz com Richard?
Luciano Imoto disse
Você divide a humanidade sempre que se posiciona a favor ou contra alguma manifestação cultural. A partir desta divisão a violência, a malícia, a amargura e toda a sorte de ações propostas como “solução” são legitimadas. A História está repleta destes movimentos separatistas e da dor e sofrimento que perpetuaram.
Se criar outro rótulo mais sutil para “pegadores” e “largadores”, a divisão permanece a mesma e continuará ainda a perder o ponto principal.
“O fato de que algumas idéias do Quinn me inspiraram não quer dizer que eu concordo com todas elas.”
O que você alega seria como afirmar: “o fato de que algumas idéias em “Mein Kampf” (ou Ismael, os História de B, ou Meu Ismael, ou Além da Civilização, etc) me inspirarem não quer dizer que eu concordo com todas elas ou com o sr. Hitler (ou com o sr. Quinn).”
Sobre incoerência:
“Incoerente, adj. 2 gén. que não é coerente; desconexo; ilógico; disparatado; inconsequente; discrepante (De in-+coerente).”
Coerência é o oposto:
“Coerência é qualidade, estado ou atitude de coerente. Ligação ou harmonia entre situações, acontecimento ou idéias.”
A coerência leva à coesão, união íntima das partes de um todo.
Sendo assim não preciso buscar em autores materialistas e espiritualistas nenhuma “inspiração” para complementar um método que é puramente experiencial.
Já a maioria dos seguidores do sr. Quinn buscam tapar os buracos da sua teoria com outros autores mais ou menos informados ou correlatos com “a causa” que abraçaram e estão dispostos a defender com unhas e dentes.
Isto é seletivo (no sentido de exclusão tendenciosa), paradoxal (no sentido de se auto-enganar e se auto-decepcionar neste processo contraditório) e incoerente.
Juntando as três (seleção, contradição e incoerência) teremos um perfeito “fundamentalista”.
Janos disse
Falar sobre diferenças culturais é muito diferente de falar de diferenças humanas. Diferente de você, não estou fazendo julgamentos de valor culturais (como a idéia de que todo mundo deveria ser feliz e inofensivo) à própria humanidade. Tudo que podemos julgar é o que fazemos culturalmente, mas obtém um ou outro comportamento natural por mera determinação de sua condição humana. Um bebê de pais civilizados que cresce em uma tribo será um tribal, um bebê que cresce na civilização será civilizado. Isso é cultura, e tudo que você muda com seu método é o comportamento cultural das pessoas.
Quer dizer que porque sou vegetariano como o Sr. Hitler, ou sou nazista ou sou incoerente e inconsistente?
Isto significaria que só existe um único caminho lógico para se chegar a determinada conclusão?
Eu vou guardar o seu belíssimo argumento para um ótimo exemplo na aula de lógica e de interpretação de texto…
Enfim, basta dizer que é impossível argumentar com você, você é irrefutável, Luciano.
Parabéns.
Janos disse
Eu aconselho você a largar um pouco o dicionário, que contém apenas o uso comum das palavras, e entender o significado dos termos em seu contexto, e para isso não basta ter conhecimento enciclopédico, é preciso estudar.
Luciano Imoto disse
Não é questão de ser “irrefutável” (evidente; irrefragável; incontestável).
Sou um mero ser humano como outro qualquer desta comunidade com mais de 6 bilhões de outros seres humanos (estimativa aproximada que não exige anos de faculdade para descobrir ou estudo muito aprofundado).
E sobre ser vegetariano, você continua incoerente no seu argumento.
Janos disse
Se você admite que pode estar errado é um primeiro passo.
Se não tem argumentos, apenas acusações, você continua irrefutável, só posso refutar argumentos válidos.
Acho que você quis dizer que sou incoerente com o sistema em que você quer me encaixar. Certamente sou, não poderia deixar de ser incoerente com você, a não ser que pensasse exatamente como você.
Luciano Imoto disse
Sim, um primeiro passo meu companheiro. É justamente o que precisa. Um simples teste, bastando um pouco de sinceridade neste processo. A experiência irá lhe ditar os passos seguintes depois disso.
Para mim o Sr. Quinn e companhia foi uma fase que ficou para trás e gostaria de ajudar meus companheiros(as) indicando-lhes uma terceira alternativa, viável, sensata e pela primeira vez na história humana, possível de solucionar o dilema da civilização que escraviza a humanidade.
E você continua sem argumentos na sua crítica à civilização; apenas acusar não adianta sem ir na fonte, na raiz, no núcleo do…
Bem, vou parar por aqui senão respondo àquela pergunta que lhe fiz e ainda continuo sem resposta:
“Em qual momento ao longo da sua evolução o ser humano conseguiu se auto-sustentar e permanecer consolidado no topo da cadeia alimentar?”
Igor disse
“Em qual momento ao longo da sua evolução o ser humano conseguiu se auto-sustentar e permanecer consolidado no topo da cadeia alimentar?”
- isso é uma defesa da civilização?
- quando tu fala em ser humano tu parte da premissa que todos seres humanos estão consolidados no topo da cadeia alimentar? o que significa estar no topo? isso é bom ou ruim?
- diversos agrupamentos humanos optaram por não seguir esse caminho e, queira ou não, estão aí até hoje e com as mesmas estruturas cerebrais (se quiser adotar esse conceito cientificista) que eu, você e o janos, mas com sistemas de ordem simbólica completamente diferente e que influi completamente no cotidiano de suas vidas.
bom, as coisas tão aí pra quem quiser ver